2017 foi uma explosão de atenção para você – a Rolling Stone e a NPR elogiaram você, além de outras. O que você acredita ter sido o motivo para isso? Seu EP, claro, mas mais o que?

É uma honra, e eu sou eternamente grata pela recepção do meu EP de estréia. É um pouco difícil responder essa pergunta; talvez trabalho duro e um pouco de sorte? É tudo um trabalho de equipe. Minha banda, todos os compositores e produtores com quem trabalhei. Eu tenho tantas pessoas para agradecer. Nós só lançamos um EP, então espero que nós possamos continuar com o que estamos fazendo. Fazer shows e escrever músicas – eu amo isso!

As pessoas comparam você com algumas outras estrelas do pop europeias. Sem as comparações, com suas próprias palavras, como você descreveria sua música para quem nunca a escutou?

Bom, é definitivamente pop, mas eu tenho inspirações de diferentes gêneros como grime, folk, trap, e R&B. E claro ótimos refrões no pop. Eu tenho uma paixão por refrões.


“Don’t Kill My Vibe” já está tocando em vários países da Europa. Como você compararia a música pop e o rádio na Europa e na América?

Bom, eu sou da Noruega e nós escutamos as mesmas músicas dos Estados Unidos. Os serviços de streaming são muito fortes lá [na Noruega], e isso torna fácil acharmos música de todos os cantos do mundo, o que é ótimo! As rádios tocam muitas músicas americanas e europeias – norueguesas também! Existem muitos artistas e bandas ótimas surgindo na Noruega agora!

thank you so much for bringing me up on stage yesterday @gryffinofficial 💛 captured by @rsschaefer 🌈

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Como você começou a performar? Eu sei que sua irmã e seu irmão tiveram um pouco de influência nesse seu crescimento.

[Risos] Sim, os parentes tem uma influência na gente! Eu tive a sorte de ter irmãos criativos, amáveis e legais. Eu comecei a tocar piano com 7 anos, mas não tinha feito minha primeira performance até os 12 anos, na escola.


Você pode nos contar como foi o processo de criação do EP? Onde você escreveu e gravou as músicas, e por quanto tempo você trabalhou nele?

Gravar o EP foi muito divertido! Eu passei muito de 2016 em sessões de escrita com produtores e compositores diferentes. Eu escrevi “Don’t Kill My Vibe”e “Fake Friends” com Martin Sjølie em Oslo, “Dynamite” com Askjell Solstrand em Bergen, e “Plot Twist” com the23d (Henry e George Flint) em Bergen.

 

Como foi saber que a Lorde colocou uma música sua na playlist dela?

Eu escuto Lorde desde “Royals”, ela é uma compositora e cantora muito talentosa e inovadora. “Green Light” esteve no repeat durante o processo de criação do meu EP, então foi muito legal ouvir que ela tem escutado “Don’t Kill My Vibe” enquanto criava o álbum dela.

Você pode conferir a entrevista original, em inglês, clicando aqui.


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